Pois é... quando as coisas vão de mal a pior e você simplesmente não consegue mais olhar na cara da pessoa que mora com você, a primeira coisa que você pensa: vou escrever um bilhetinho!
Pensa comigo: Já que a pessoa não escuta o que a gente fala... vamos ver se ela lê o que a gente escreve! rs
O bom do bilhetinho...
É que a gente fica sem medo, dó e nem piedade de dizer as coisas.
A gente fala mesmo. Fala tudo. E mais um pouco.
Não tem aquela adrenalina do "ao vivo", sabe? E a gente tem mais tempo para pensar no que dizer também.
O problema do bilhetinho...
É que ele está/é sujeito à interpretações e às variações de humor da pessoa que o lê.
Às vezes a gente quer dizer uma coisa, mas somos mal interpretados...
Aí você pensa "Culpa do bilhetinho!" e eu digo: Não exatamente.
Na verdade, a culpa é nossa mesmo porque, por mais chato que seja ter que ter certas conversas... elas (infelizmente ou não) são necessárias.
Acreditem: Isso já aconteceu comigo, e eu "tive" que dormir na casa de uns amogos meus devido ao extremo da situação com a pessoa que morava comigo...
E foi assim que eu fui morar no pensionato.
“OPERASI MALAM TANPA BAYANG”
Há 10 meses

