terça-feira, 28 de abril de 2009

O tempo...

A Síndrome dos vinte e poucos e vinte e tantos...

Alguns chamam de 'crise do quarto de vida'.

Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado, etc.. E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco. As multidões já não são 'tão divertidas'... E às vezes até lhe incomodam. E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas pessoas de forma constante.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo. Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.

Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde lhe fazer tanto mal. Ou, talvez, à noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.

Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar. Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparada para se comprometer pelo resto da vida.

Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar bêbada e agir como uma idiota começa a parecer, realmente, estúpido. Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotada e significa muito dinheiro para seu pequeno salário.

Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

Dia-a-dia você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é.

Às vezes, você se sente genial e invencível, outras... Apenas com medo e confuso. De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro... E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar à carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela. O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele.

Todos nós que temos 'vinte e poucos ou vinte e tantos' e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça...

Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos...

Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro.

Parece que foi ontem que tínhamos 16... Então, amanhã teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?!

FAÇAMOS VALER NOSSO TEMPO...Pra ele não passar sem percebermos! A vida não se mede pelas vezes que você respira, mas sim por aqueles momentos que lhe deixam sem fôlego...


*Recebi essa mensagem por e-mail hoje, e achei que seria bem proveitoso compartilhá-la!

É, galera... tempus fugit...

Beeeijo!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Cabelo, cabeleira...

Quem nunca teve probelmas em relação aos cabelos do amiguinho?!

Pois bem, estejam eles pelo chão, no ventilador ou no ralo do banheiro, não faz a menor diferença, porque o lugar onde eles realmente deveriam estar é no lixo. E ponto final.

Não existe nada mais desagradável do que você não poder andar descalço dentro de casa, porque quando você vai tomar banho, por exemplo, cria aquela laminha nojenta no boxe, aquela laminha, sabe? Preta com aquele monte de cabelo... Eca!
E, por falar em banheiro, nada pior do que ir tomar um boooom banho depois de um longo e agitado dia e ver o ralo cheio de cabelo com limo - Gente! Cabelo junta limo no ralo! rs Eca!
Sem falar no ventilador (seja ele de teto ou não), quando você liga, só vê aquele mooonte de cabelo voando, ou então agarrado mesmo... Ninguém merece! Eca três vezes seguidas! hahaha

Gente, convenhamos: vamos manter a harmonia da casa e jogar as nossas lindas madeixas que caem na lixeira! Por favor!
Além de anti-higiênico, porco, nojento, sem noção e etc etc etc, incomada sim certas pessoas, como eu, por exemplo! rs

Aí vai a dica:

Para você que perde muito cabelo... procure um dermatologista, ok?

Para você que se incomoda com a queda de cabelo dos outros... nada de fazer show! Fale diretamente com a pessoa, como não me canso de falar, de maneira clara, objetiva e educadamente, ok?

Conviver bem é uma arte!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

De volta pra casa...

Um dos assuntos mais comentados em meu grupo de amigos até agora (sem contar o Zeitgeist, né?) é, sem dúvida, a imensa dificuldade que nós enfrentamos quando estamos de férias e temos que voltar a prestar obrigações e obediência em casa, coisa que não estamos mais acostumados a fazer.

É, sem dúvida, uma árdua tarefa ter alguém reclamando que você não pára em casa, que você não faz isso, que você não faz mais aquilo e blá blá blá... Principalmente quando isso não faz mais parte da sua rotina.

Só sei que estar de férias em casa é o céu e o inferno, assim: tudo ao mesmo tempo!

É maravilhoso não lavar as minhas roupas, não ter que me preocupar com a faxina, não ter que me preocupar em fazer almoço, não ter que gastar dinheiro com o ônibus pra fazer as coisas na rua...
Mas o problema aqui é o simples fato de os prós se fazerem obsoletos diante dos contras, afinal, ninguém aguenta a mesma encheção de saco todos os dias, toda hora, enquanto tudo o que você quer é ir à praia, ou tomar uma cerveja com os amigos, sei lá.

Tudo bem, tudo bem, os nossos pais não estão errados quando fazem questão da nossa presença, mas cobrar isso o tempo todo é surreal! Afinal de contas, também existem amigos que eu vejo uma vez por ano sim e faço siiiim muita questão da presença deles, doa a quem doer.

Enfim, pessoal, infelizmente não consigo chegar a uma conclusão plausível para essa questão. Só sei que continuo ouvindo em casa (e muito!) e continuo fingindo solenemente que não é comigo: saio sim e faço o que tenho vontade de fazer, já que só se tem 23 anos uma vez na vida!


P.s.: Que 2009 seja repleto de realizações, sucesso e muita saúde para todos nós!

;)